Ensino presencial ou Ensino à distância (E@D)?
Foi a questão dirigida aos alunos, em dezembro de 2020, ainda antes do segundo confinamento. Ficam aqui algumas opiniões.
Com esta questão da pandemia, surgiram várias perguntas sem resposta. Uma delas (ou várias) tem a ver com os alunos e a escola. Será que toda a gente deve usar máscara? Será que se devem abrir as escolas? Será que devemos agir como fazíamos antes do surgimento da pandemia? Não sei.
Uma das que mais se discute entre pais e alunos é: “Ensino presencial ou à distância?”
As opiniões dividem-se. Uns preferem jogar pelo seguro e ter aulas à distância, mas outros dizem que nada substitui a escola, preferindo as aulas presenciais. Há muitas questões políticas, muito dinheiro envolvido quer em equipamento informático, quer em máscaras, desinfetante e sabão.
Na minha opinião, acho que deveríamos ter ambos os tipos de ensino. Porquê? Porque assistir às aulas em casa dá-nos segurança e não temos de usar máscara, coisa que entrou na nossa vida de repente e que ainda nos faz confusão, objeto que irrita a pele e as pessoas. Mas as aulas presenciais também têm as suas vantagens: convivemos com as pessoas, que é muito importante para o ser humano e para o seu equilíbrio mental, estamos menos distraídos com a internet e temos Educação Física.
Resumindo e concluindo, a pandemia é péssima, mas faz-nos gostar da escola.
Afonso Oliveira, 11º TAGD
Quando o país entrou em estado pandémico, escolas, restaurantes, lojas viram-se forçados a encerrar portas. Tivemos, então, que nos submeter ao ensino à distância, o teletrabalho dos estudantes.
Pode-se verificar que tanto no ensino presencial como à distância existem prós e contras. Se o ensino é presencial, colocamos em risco a nossa saúde e a dos outros, porque estamos em contacto com demasiadas pessoas, por exemplo, numa sala de aula durante 90 minutos. Mas também conseguimos aprender com mais facilidade. À distância, o ensino tem o seu lado menos bom, como não perceber bem a matéria, ficarmos um dia inteiro em frente a um computador, e isso torna-se cansativo, tanto para nós, alunos, como para os professores.
Penso que, caso tenhamos de voltar ao ensino à distância, irá ser melhor para todos, pois confinados há maior segurança, mas pior para a nossa aprendizagem. Até lá, devemos proteger-nos da melhor maneira possível. Não está a ser nada bom, para ninguém, aquilo por que estamos a passar.
Diana Pereira, 11º TCP
Ensino presencial ou à distância: qual se adequa mais às nossas vidas?
Na minha opinião, o ensino à distância é incompatível com uma aprendizagem boa e dinâmica, pelo que o ensino presencial é o mais adequado para o nosso dia-a-dia.
Como todos sabemos, o ensino à distância foi uma novidade, e tivemos tempo para nos adaptarmos a essa nova alternativa. Mas esse tipo de ensino não substitui de forma alguma uma aula presencial. Através do ensino à distância é mais difícil acompanhar a matéria, temos mais fontes de distração e nem todos os jovens alunos têm à sua disposição aparelhos eletrónicos ou internet. Contudo, foi bom para diminuir a propagação de COVID em Portugal. O ensino presencial é o mais indicado, apesar da existência de riscos, visto que neste a matéria é mais facilmente transmissível, temos mais contacto com os professores e é mais fácil de esclarecer as nossas dúvidas.
Para concluir, acho que o ensino presencial, com as devidas precauções e cuidados, é a melhor opção, sendo o ensino à distância uma alternativa possível, mas não satisfatória, que pode ser usada quando realmente necessário.
Pedro Correia, 11º A
Na minha opinião, o ensino presencial tem mais benefícios. Aprendemos menos, no ensino à distância, devido à maior facilidade de distração, acabando por ser pouco eficaz, por não termos os professores “aqui”, pessoalmente, para nos ajudar de forma individualizada. Além disso, há alunos que não têm poder económico suficiente para ter o equipamento necessário (internet, computador, telemóvel). Há também os que se isolam, por estarem em casa tanto tempo.
Presencialmente, apesar de estarmos sujeitos ao COVID, temos muitas vantagens, como uma maior eficácia na aprendizagem, e não é necessário possuirmos os meios digitais, bastando, quase sempre, um papel e uma caneta. As pessoas convivem mais, o que é bom para o seu rendimento e felicidade.
Para finalizar, se registarmos numa folha de papel prós e contras, ter aulas presenciais traz muito mais vantagens. É como se diz por aí: “Nada substitui um professor.”
Alexandre Costa, 11º TPI